O que já fizemos

Destacamos os dez aspetos da nossa atividade na direção do Colégio e na União Europeia de Médicos Especialistas (UEMS) que consideramos mais relevantes:

  1. Atualizámos e adaptámos às novas realidades o programa de formação do Internato Complementar de Pediatria, respeitando as recomendações europeias, facilitando, designadamente, a formação nas diversas áreas de diferenciação pediátrica. No novo programa dá-se importância especial a áreas pediátricas que são hoje fundamentais, como o Neurodesenvolvimento,  Pediatria Ambulatória, a Saúde e Medicina do Adolescente, o Suporte Avançado de Vida Pediátrico, os Cuidados Intensivos Pediátricos e opções que antes não eram contempladas, como a Infecciologia Pediátrica, Reumatologia Pediátrica, Medicina Desportiva e Saúde Pública.  Incluíram-se ainda módulos obrigatórios de Otorrinolaringologia Pediátrica e Oftalmologia Pediátrica.   O programa foi já aprovado em 2015 pelo Conselho Nacional Executivo da Ordem dos Médicos e teve alguns ajustes após um longo processo de apreciação pelo Conselho Nacional do Internato Médico (CNIM) em diálogo com a Direção do Colégio, tendo a versão final sido já aprovada pelo Conselho Nacional para a Pós-Graduação e tido parecer favorável da Comissão Permanente do Conselho Nacional da Ordem dos Médicos  (antigo CNE) aguardando agendamento próximo para o plenário desse Conselho Novo Programa de Formação de Pediatria. Este programa despertou grande interesse ao Comité Executivo da Academia Europeia de Pediatria, que entendeu endereçar ao Sr Bastonário da Ordem dos Médicos uma carta de felicitações e apoio Carta da EAP
  2. Propusemos novas regras para a avaliação contínua e avaliação final do Internato Complementar de Pediatria, afirmando a qualidade da formação e a seriedade e equidade do processo de avaliação. Propusemos, designadamente, para a avaliação final do internato uma prova teórica escrita a nível nacional e um novo modelo mais agilizado de prova prática, baseado na discussão de problemas clínicos.
  3. Propusemos formalmente o reconhecimento de mais três Sub-especialidades Pediátricas em Portugal, designadamente: Alergologia Pediátrica, Endocrinologia Pediátrica e Pediatria do Neurodesenvolvimento.  Temos encorajado e apoiado os colegas das outras áreas de sub-especialidade ainda não reconhecidas, designadamente, Doenças Hereditárias do Metabolismo, Infecciologia Pediátrica, Pneumologia Pediátrica e Reumatologia Pediátrica para apresentarem também as suas propostas para que o Colégio de Pediatria lhes dê seguimento.
  4. Promovemos a cooperação estratégica com a Sociedade Portuguesa de Pediatria e suas secções e Sociedades afiliadas, que tiveram papel fundamental na elaboração do novo programa de formação.
  5. Promovemos o cumprimento da legislação que determina o atendimento pediátrico até aos 18 anos, retirando transitoriamente a idoneidade formativa aos Hospitais que ainda não a cumpriam, o que levou à resolução de várias situações, em que os diretores de Serviço se debatiam com dificuldades nesta matéria.
  6. Elaborámos uma recomendação sobre a constituição das equipes-tipo de Pediatria no Serviço de Urgência. Equipe tipo Urgências Pediátricas
  7. Definimos o perfil e funções do orientador de formação em Pediatria. Perfil e funções do Orientador de Formação
  8. Tivemos um dos nossos elementos como Presidente do Board Europeu de Pediatria da UEMS, tendo dessa forma dado também um contributo relevante para as propostas de organização e regulamentação da Pediatria Europeia.
  9. Temos um elemento que foi designado em Dezembro de 2016 como representante da European Academy of Pediatrics (EAP – Secção Pediátrica da UEMS) para o Global Pediatric Education Consortium (GPEC) que tem como missão a elaboração e actualização de um Currículo Pediátrico Global que possa servir de modelo para formação pediátrica de acordo com as especificidades de cada país.
  10. Propusemos e temos a perspetiva de ver eleita uma colega desta lista para a vice-presidência da EAP.